sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

DÁ PARA SER FELIZ NO TRABALHO?



O assunto hoje é Felicidade no trabalho. Eu acho que é possível, aliás, acho imprescindível!
Vou compartilhar uma experiência que vivenciei em uma das empresas onde atuei. Assim que iniciei, senti um clima tenso nas equipes, mas, como era novata fui chegando bem devagar, percebendo o clima, procurando conhecer as pessoas até ficar à vontade.
bolinha-stress-profissional-trabalho
Essa bolinha aí do texto de hoje é aquela que usamos para evitar a LER (Lesão de Esforço Repetitivo). Nós que trabalhamos direto no computador sempre temos uma, não é mesmo? Eu comprei uma dessas e coloquei na minha mesa, no espaço entre a base do meu monitor e a tela – meu micro se encontrava de frente para a porta de entrada da sala e para quase todas as outras baias. Percebi que muitos, ao chegarem, acabavam rindo da minha smile, pois, ela quebrava aquele clima tenso de quando vinham até a mim com algum problema. Nós parávamos alguns minutinhos (preciosos) rindo e fazendo piadas sobre ela. Quando voltávamos aos problemas já estávamos leves, com a mente fresca e a solução vinha naturalmente (ou pelo menos algumas ideias).
Pode parecer algo sem importância, mas, pequenos gestos como este podem gerar um resultado positivo.
Acho que nós, líderes de equipe, precisamos ter sensibilidade para perceber aquilo que não se é dito, expressado conscientemente, e oferecer o mínimo indispensável para o bem estar da nossa equipe. E, por que não se estender aos demais que estão ao nosso redor?
Minhas equipes costumavam brincar e dizer que minha mesa era, além da mais organizada, a mais divertida da sala. E isso me enchia de orgulho, claro. Você quando está em uma posição de líder precisa ser aquele exemplo silencioso, onde não é preciso palestrar o tempo inteiro sobre boas práticas, motivação, liderança, produtividade, nada disso. Nosso time precisa, ao nos olhar, enxergar um exemplo a seguir, ter vontade de produzir, se sentir desarmado quando nos procurar para apresentar um problema, ter confiança em nos dizer que um prazo não será cumprido e o motivo, precisa estar confortável com a nossa presença (e não intimidado).
Eu faço questão de deixar meu time feliz. Alegre. Descontraído. Sabendo que passaremos mais de oito horas juntos, porém, passaremos não apenas trabalhando, mas, também nos divertindo um ao lado do outro. Por que ninguém constrói nada sozinho.
Você que é líder/gerente/coordenador procure perceber o que sua equipe sente, entenda a atmosfera do seu grupo, observe o ambiente ao redor, esteja atento para tornar o ambiente do trabalho um local de alegria. Problemas, quem não tem? Quando tudo está 100% controlado? Quando não há risco? Quando não há uma curva fora do padrão? Sempre teremos obstáculos, porém, só nos limitaremos a eles se permitirmos isso.
Espero que levem essas dicas para o seu ano novo, que você tenha inspirações para sempre evoluir e tornar o ambiente em que trabalha mais alegre e leve, pois, assim é bem mais fácil alcançar as metas e gerar bons resultados.
Boa Sorte!

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

O VALOR DA EQUIPE
Curioso como algumas empresas, principalmente de TI, insistem em tratar o capital humano como algo descartável.
Como se não fizesse falta, como se perder um bom profissional para o mercado fosse algo sem relevância. Para eles, os conceitos de ser insubstituível e ser descartável se misturam em suas mentes.
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De fato, ninguém é insubstituível, eu já convivi com a saída de grandes profissionais nas empresas em que trabalhava e me peguei com medo do rumo que a empresa tomaria porque os considerava insubstituíveis. Me enganei. E a empresa existe até hoje, com outros valores, outras pessoas, outros desafios.
Entretanto, para mim a relação entre pessoas é um valor fundamental. O ser humano não nasceu pra viver sozinho, nem na vida pessoal, nem na profissional.
Precisamos um do outro para tudo. Ninguém se mantém isolado no mundo.
Por isso, quero deixar essa reflexão para você que não reconhece e nem valoriza sua equipe:você só é gerente por que existe um grupo a ser gerenciado, não se iluda pensando que você manipulando tudo (e todos) atingirá seu objetivo, entregará o seu projeto. Não, não irá.
Respeite. Escute. Lidere. Motive.
Faça da sua equipe pessoas alegres, engajadas, que permanecem ao seu lado e em sua empresa, por opção e não por necessidade.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Achei este texto muito interessante, porque hoje em dia, não conseguimos mais ficar sem nosso Smartphone, ou até mesmo perdemos a maior parte do dia nele esquecendo das pessoas ao redor.


ONDE VOCÊ GASTA SEU TEMPO? O RESCUE TIME RESPONDE!



“Se você não pode medir, você não pode gerenciar” – Peter Drucker
Você trabalha com computador no seu emprego? Ou tem que fazer trabalhos de escola, faculdade no computador? Muitas vezes percebe que senta na frente do mesmo, fica ali horas trabalhando, e não fez nada do que planejou? Você sabe quanto tempo fica no WhatsApp no celular? Quanto tempo fica no Facebook no celular?
Bom, seu tempo não sumiu, ele foi para algum lugar, e nada como conhecer para onde foi o tempo para poder gerenciar melhor e decidir sobre o mesmo.
Eu também já passei por isso, e por um período eu fiz anotações manuais, usei planilhas e alguns softwares manuais, até que descobri o Rescue Time, que é um software para medição de tempo usado em computadores, tablets e smartphones.
Ele mede quantos minutos você gasta em cada aplicativo e depois exibe em forma de umDashboard:
Dashboard de gestão de tempo
Dashboard de gestão de tempo
Claro, ele contabiliza apenas o aplicativo ou site que está em foco no computador (o qual você realmente está trabalhando), e classifica automaticamente os aplicativos e sites mais comuns entre produtivo ou distração.
Olhando para o dashboard você pode descobrir quanto tempo gasta efetivamente em cada aplicativo (quanto tempo dá somando todas aquelas olhadinhas no WhatsApp de vez em quando?)
Você pode configurar Metas, por exemplo, gastar no máximo 1 hora por dia no software de e-mail, e ele vai te avisar quando estiver quase batendo a meta.
Atualmente são oferecidos dois planos para utilização do Rescue Time, o GRATUITO e o PAGO. O gratuito oferece monitoramento em sites e aplicações, metas e relatório semanal, enquanto o plano pago oferece os mesmos itens do gratuito mais a possibilidade de bloquear sites de distração, relatórios mais detalhados, alertas ao alcançar metas e outras funcionalidades.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

O ITIL E A GESTÃO DA DISPONIBILIDADE




A disponibilidade de um serviço é o mínimo esperado pelos clientes de TI, sejam eles internos ou externos. De fato, somente nos damos conta que dependemos totalmente da tecnologia quando ela não funciona, e não funcionar é considerado inconcebível nos dias de hoje.
Nesta linha, a gestão de disponibilidade tem um papel fundamental na produtividade das organizações e na satisfação dos clientes de TI. A G. Disponibilidade está dentro do estágio de desenho do serviço, entretanto, o processo está envolvido em todo o ciclo de vida do serviço. Uma vez que um serviço foi concebido, desenhado e transitado para o ambiente de produção, é preciso fazer uma gestão adequada da disponibilidade. Conforme o próprio ITIL diz, é na operação que o cliente percebe o valor do serviço. A integração com os processos da operação é fundamental.
Imagem via Shutterstock

É uma ilusão imaginar que vamos construir um serviço de TI perfeito, livre de falhas. Mesmo os maiores e melhores provedores de infraestrutura e computação em nuvem estarão sujeitos a problemas, e a diferença da satisfação e a insatisfação dos clientes, da manutenção e a perda de clientes, é como reagimos e melhoramos a partir dos problemas.

E como garanto o máximo de disponibilidade com os recursos que tenho?

Em primeiro lugar, é importante identificar junto aos clientes quais os requisitos de disponibilidade desejados. É 99,999% provável que a disponibilidade desejada será 100%, mas procure negociar uma disponibilidade adequada para a organização dentro de um custo que ela está disposta a pagar. Mostre alguns exemplos do mercado se precisar.
Em segundo lugar, desenhe o serviço da melhor forma, procurando o arranjo de infraestrutura mais próximo para atingir a disponibilidade com o cliente. No caso da computação em nuvem, isto resulta em contratar o SLA de acordo com a necessidade da empresa.
E finalmente na operação, que é aonde o cliente percebe o valor pelo serviço, que precisamos fazer um trabalho constante de gestão, acompanhar e melhorar a disponibilidade.

Mas como faço esta gestão? Por onde começo?

Não existe uma fórmula mágica, mas vou lhe dar algumas dicas que acredito que irão lhe ajudar e dar pelo menos um ponto de partida.
1) Para poder gerenciar algo você precisa medir. Elenque os 3 ou 5 serviços mais críticos da sua estrutura e comece por eles. Não tenha a ilusão que de início conseguirá medir tudo.
2) Faça a medição dos serviços escolhidos, seja de forma manual ou automática. Anote os dias, horários e tempo de duração da indisponibilidade. Um bom começo, é utilizar uma planilha excel para as anotações. Use sua criatividade para construir ela.
3) Faça um link dos processos da operação (eventos, incidentes, problemas..) com a gestão de disponibilidade.
4)  Torne alguém da sua equipe responsável pelo processo. Esta pessoa será referência no assunto.
5) Crie um local para registrar os FCAs (Fato-Causa-Ação). A cada incidente de disponibilidade, anote o que causou a parada e a ação de correção. O plano de ação é a parte mais importante do processo!
6)  Faça um report periódico (sugiro trimestral) com clientes-chave do serviço mostrando as medições e as ações que você está fazendo para melhorar o serviço. No mínimo eles vão perceber que você tem controle do ambiente e está procurando fazer o seu melhor. O ITIL sugere o gráfico MANS. Coloquei abaixo uma dica de como fazer o report.
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7)  Faça um report periódico (sugiro mensal) com a gestão da sua empresa para mostrar as medições e ações que você vem realizando. No mínimo eles vão perceber que você tem controle do ambiente e está procurando fazer o seu melhor. Também é uma oportunidade para você angariar recursos para melhoria da sua estrutura.
8)  Ao longo do tempo torne esta documentação pública. Isto mostra transparência e aumenta a confiança dos seus stakeholders.
9)  E, finalmente, persista. Pense sempre na melhoria contínua. Este é um trabalho que nunca acaba, e que gera valor constante para aqueles que contratam e usam os seus serviços.
Espero ter ajudado a construir e/ou melhorar sua gestão da disponibilidade.
Você tem alguma experiência interessante? Compartilhe conosco!!
Um grande abraço

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

ONDE VOCÊ GASTA SEU TEMPO? O RESCUE TIME RESPONDE!



Você trabalha com computador no seu emprego? Ou tem que fazer trabalhos de escola, faculdade no computador? Muitas vezes percebe que senta na frente do mesmo, fica ali horas trabalhando, e não fez nada do que planejou? Você sabe quanto tempo fica no WhatsApp no celular? Quanto tempo fica no Facebook no celular?
Bom, seu tempo não sumiu, ele foi para algum lugar, e nada como conhecer para onde foi o tempo para poder gerenciar melhor e decidir sobre o mesmo.
Eu também já passei por isso, e por um período eu fiz anotações manuais, usei planilhas e alguns softwares manuais, até que descobri o Rescue Time, que é um software para medição de tempo usado em computadores, tablets e smartphones.
Ele mede quantos minutos você gasta em cada aplicativo e depois exibe em forma de umDashboard:
Dashboard de gestão de tempo
Dashboard de gestão de tempo
Claro, ele contabiliza apenas o aplicativo ou site que está em foco no computador (o qual você realmente está trabalhando), e classifica automaticamente os aplicativos e sites mais comuns entre produtivo ou distração.
Olhando para o dashboard você pode descobrir quanto tempo gasta efetivamente em cada aplicativo (quanto tempo dá somando todas aquelas olhadinhas no WhatsApp de vez em quando?)
Você pode configurar Metas, por exemplo, gastar no máximo 1 hora por dia no software de e-mail, e ele vai te avisar quando estiver quase batendo a meta.
Atualmente são oferecidos dois planos para utilização do Rescue Time, o GRATUITO e o PAGO. O gratuito oferece monitoramento em sites e aplicações, metas e relatório semanal, enquanto o plano pago oferece os mesmos itens do gratuito mais a possibilidade de bloquear sites de distração, relatórios mais detalhados, alertas ao alcançar metas e outras funcionalidades.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

OS CARAS DA INFORMÁTICA JÁ FORAM MAIS RESPEITADOS

Picanha no espeto, fogo alto na churrasqueira e uma cervejinha gelada na mão – Ambiente totalmente impróprio para discussões sobre TI, não é mesmo? Nem tanto… foi exatamente assim que brotou a ideia do meu primeiro artigo, isto porque neste churrasquinho de final de semana estavam grandes e experientes profissionais do ramo de tecnologia da informação, telefonia e grande porte.
No auge de minha pouca idade e humilde experiência, comparado com os senhores presentes, resolvi fazer uma pergunta: – O que mudou nesses últimos 30 anos para os profissionais de TI?
Imagem via Shutterstock
Imagem via Shutterstock
O que se sucedeu foram inúmeras abordagens e opiniões de grande aprendizado para mim; mas uma frase dita por uma Analista de Sistemas de grande porte, semeou o silêncio e vários balançares de cabeça em concordância:
“Os caras da Informática já foram mais respeitados!”
Compilando os argumentos de todos escrevo este texto para informação e reflexão.
Nos tempos atuais, onde a terceirização de serviços se tornou um sólido recurso para as empresas, quem mais sofre são os empregados; mas por quê? Há duas décadas, contratava-se um profissional por sua capacidade técnica e seu poder de apagar incêndios, algo prático para empresas e funcionários, nos bons e maus momentos, criando um vínculo entre eles. Em contra partida isso gerou também o enaltecer de “os  caras”, aqueles que detinham o conhecimento de uma determinada área, enquanto os outros funcionários e a empresa jamais sabiam o que, e como, eles realizavam tudo. Claro que um dia isso teria que mudar para a garantia de que o conhecimento passasse a ser da empresa e não de um funcionário… e mudou!
Hoje o que se vê são esses mesmos profissionais de 30 anos atrás botando a mão na massa durante 10% do seu tempo de trabalho e na maioria restante elaboram relatórios de execução de atividades e de testes para que a empresa terceirizada possa ter subsídios na hora de provar a realização dos serviços ao cliente; eles não vestem mais as camisas das empresas dos clientes, pois sabem que amanhã estarão trabalhando em novos contratos. O Protecionismo da informação estimulado pelas empresas, apesar de necessário, é usado de forma ineficaz e apenas muda-se o dono do conhecimento: Antes era “o cara” agora são “os terceiros”. Em suma: os clientes continuam reféns dos outros.
Nessas 3 décadas, muitos profissionais tiveram que se adequar às novas práticas e ao mercado e conseguiram com louvor, porém, restou um ar saudoso do tempo em que os caras de TI provavam sua capacidade realizando o que precisavam, e não deixando de trabalhar 90% do tempo. E, por isso, estes profissionais de larga experiência, “dinossauros” para quem gosta do termo (eu não gosto), não se sentem tão valorizados como antes, e não devido aos salários, já que hoje são bem mais atrativos que anteriormente, mas sim em virtude do ambiente de trabalho, da falta de vínculo com a empresa e do respeito adquirido por suas realizações.
Nos tempos em que a informação tem maior valor que o dinheiro é extremamente necessário cuidar deste bem com a devida atenção e há de se pensar nos negócios, porém, não ao preço de minimizar a participação de grandes profissionais e suas benfeitorias. Os grandes comerciantes de serviços de tecnologia da informação devem entender que o maior bem que uma empresa pode adquirir, e que se deve manter, são seus recursos humanos.
Se não abrir os olhos para estes acontecimentos e começar a refletir sobre o real valor das coisas, daqui a alguns anos estes problemas poderão acontecer com você, e você está preparado para ser menos respeitado pelo mercado?

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Pirate Bay indica que voltará em 1º de fevereiro




 
As dúvidas acerca do retorno do Pirate Bay estão acabando, conforme o site vai soltando mais pistas sobre o que planeja para os próximos dias. A última e mais clara é a exibição de uma fênix em sua página inicial.
A fênix é emblemática na história do TBP, como conta o TorrentFreak. Em 2006, 65 policiais suecos invadiram os servidores do site para tirá-lo do ar. No último minuto, porém, Fredrik Neij fez um backup e graças a isso o TPB conseguiu voltar em apenas três dias.
Quando isso ocorreu, eles mudaram seu nome para The Police Bay e estrearam um logo em que o barco pirata atirava contra as letras do famoso letreiro de Hollywood. Este logo, posteriormente, foi substituído por uma fênix.

Reprodução
O retorno da ave, que representa a ressurreição, é a última de uma séride pistas divulgadas pelo TPB desde que saiu do ar pela segunda vez, há mais de um mês. Duas semanas após o golpe, o site reapareceu com um contador indicando há quanto tempo estava inoperante, até que o contador passou a rodar ao contrário, marcando um tempo que termina em 1º de fevereiro.
Depois, eles colocaram seu logo na parte inferior à direita se movendo para a esquerda, em direção à ilustração de uma ilha. O arquivo do logo foi nomeado como totheisland.png (ou to the island, "para a ilha"), e o CSS é setsail (de "set sail", o inglês para zarpar).
Então, o site voltou a exibir sua aparência original, incluindo o campo e as opções de busca, além dos links para login, "sobre", contato, blog etc. Ao fundo, puseram uma bandeira pirata ao vento.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Olá, PTIs!
A área de Segurança da Informação nunca esteve tão em evidência, não é mesmo? Vimos Sony invadida, Coréia do Norte atacada, um tal Edward Snowden virar um dos homens mais procurados do mundo, Wikileaks, vazamento de fotos de celebridades e milhares, talvez até milhões, dos mais variados casos mundo afora envolvendo incidentes de segurança da informação.
Apesar de ser uma das áreas mais importantes da TI, uma grande parcela de empresas e usuários de tecnologia ainda negligenciam a segurança de suas informações e de seus clientes. Só que esta situação, pouco a pouco, está mudando – principalmente no mundo corporativo.
seguranca-informacao-politica
Empresas, não importando o porte, estão cada vez mais se dando conta que não podem simplesmente contar com a sorte para que suas informações não caiam em mãos erradas, e é este o ponto que torna tão promissor o mercado de Segurança da Informação. As empresas precisam se proteger mais, precisam de rígidas políticas de segurança, de backup, de acesso, de tudo que envolve suas informações e, para tudo isso, é necessário ter profissionais qualificados.